domingo, 29 de janeiro de 2012

Intensidades

Eu tenho o tudo e o nada
Às vezes, o tudo eu esnobo
O nada eu abraço como se fosse algo precioso, uma Jóia Rara.
Mas onde está esta preciosidade que tantos vêem em mim?
Onde está meu coração?
Sinto um vento frio por dentro
Que se esconde atrás do calor de um sorriso de plantão.
Não consigo ver o início, o meio é confuso e nunca vejo um fim, feito uma bola, meu brinquedo preferido!
Hoje apanho tanto para crescer, feito criança bagunceira.
A criança bagunceira que nunca fui.
Quero tanto crescer e abraçar o tudo que já conquistei,
Mas não o fútil
O tudo que me preencha e me faça sentir que aqui dentro tem um coração que sorri mesmo sozinho
Um coração que não precisa de platéia para aplaudir o nada que não consigo ver.
Quero sentir o calor vindo de dentro
Expressando aqui fora a minha verdade
Em um sorriso ou numa lágrima.


Cris Fontes.

2 indo nessa...:

Orvalho do céu disse...

Olá,
Passando pra desejar-lhe uma semana abençoada e comunicar que estou bem afastada da net...
Meus blogs sumiram e tivemos que criar outros continuando os antigos...
Uma enfermidade me pegou de supetão e me distanciou ainda mais daqui pois precisei estar hospitalizada e agora, em "liberdade condicional"... ( dias em Hospital e dias em casa, entre exames, diagnósticos e outros)...
Assim que der, seguirei lendo seu post e me enriquecendo, como sempre.
Bjs de paz e esperança

Cristiane Soares disse...

Adorei.